HISTÓRIA REAL

A História seria realmente como a conhecemos atualmente ?

O material que você vai ler foi extraído da obra " O Livro das Escrituras Humanas" . Foi apenas ligeiramente adaptado de forma a poder compor um artigo autosustentado, sem necessidade de uma leitura mais aprofundada. Os tópicos apresentados , dentro da obra completa, compõe um quadro que é sustentado entre si pelas interligações que , neste artigo, são apenas mencionadas. Nossa intenção foi de extrair um texto inquisitivo e capaz de suscintar dúvidas e perguntas. Boa leitura.

O mundo como o conhecemos hoje pode ter, na verdade, uma história muito diferente daquele que aprendemos. Mais e mais a História, a Antropologia e mesmo a Ciência vêm criando um novo cenário, paralelo ao que temos como certo. Um cenário não aceito academicamente mas que vem, pouco a pouco, ganhando novos adeptos.

Conceitos preestabelecidos são a base do conhecimento humano. Temos nossas cartilhas escolares e acadêmicas como verdade absoluta, baseando toda uma estrutura de ensino em cima delas. Embora já se tenha provado que diversos tópicos históricos não ocorreram conforme nos contam os historiadores a esmagadora maioria da população não tem acesso a estas diferenças. Ou, quando têm, o real valor destes novos fatos passa despercebido. A própria História do Brasil tem diversos pontos cegos, pontas soltas e conhecimento não difundido. Como a História em nosso país não é vista com o devido valor que representa por mais significativo que um evento se mostre ele não é sequer mencionado em conversas de bares. ‘Conversar sobre História num bar ? Que absurdo !’, diz a grande maioria. E que perda enorme temos com esta atitude !

Bem, se você está lendo este artigo é porque possui algo de ‘diferente’ da maioria. O assunto lhe atraiu e sua mente está mais aberta ao novo. Ou é um ferrenho defensor da História vigente e está lendo o absurdo que escrevo. De uma forma ou de outra, agradeço o interesse. O assunto é interessante, realmente, e vale a pena ler. Nem que seja para debater a ‘maluquice’ que pode representar. Vou procurar, de forma bem simples e didática, comentar sobre alguns assuntos que, à primeira vista, podem não ter ponto algum em comum. Mas utilizando uma visão macroscópica ( uma visão ‘macro’ ) muito do quebra-cabeça se encaixa de forma surpreendente.

O primeiro assunto é justamente o segmento do entendimento e aprendizagem histórico. Veja, nós estamos acostumados a fragmentar a história e, pouco a pouco, aprender um pouco a cada vez. Um fragmento aqui, um fragmento mais novo e assim sucessivamente. No final não temos uma visão uniforme de fatos, acontecimentos, motivações, estudos, previsões. Temos apenas um amontado de fatos que têm como único ponto de ligação a linha temporal. Não temos a visão total que todos os segmentos históricos, juntos, podem trazer. É como se olhássemos apenas a ferida na perna de alguém e nunca conseguíssemos ver o corpo todo funcionando, andando, vivendo. Olhamos a ferida, aprendemos sobre a ferida. Aí vemos um ferimento em um dedo. E novamente, aprendemos sobre este ferimento no dedo. Sem nenhuma noção do ‘todo’ . Se fôssemos ensinados a entender como todo o conjunto funciona junto, suas ligações entre os fatos, as ramificações nos ramos da ciência, espirituais, universais seríamos seres com uma compreensão muito maior e, desta forma, mais evoluídos. A missão aqui é procurar ‘abrir a mente’. Fomos ensinados a pensar que, se algo foge do que aceitamos como verdade, então não pode ser ou é mentira. Afinal, todos dizem algo. Como se pode dizer, do mesmo assunto, algo diferente ? Devemos deixar de lado este paradigma . Devemos aprender a pensar por nós mesmos, a questionar, a procurar realmente aprender. Diversas vezes já ouvi alguém dizer ‘Quem sou eu para questionar um célebre historiador com dezenas de anos de estudo e experiência’ ? Em uma primeira análise haveria razão nesta dúvida. Mas, na realidade, esta razão é muito fugaz. Um mentor certa vez me disse ‘E se, neste cenário, a premissa que o historiador toma como totalmente verdade estiver, em verdade, errada ?’ . E, realmente, diversas vezes a História foi alterada pela visão do conquistador, fato aceito até mesmo academicamente. Quando da conquista espanhola dos impérios americanos foi escrita a História do ponto de vista dos conquistadores, não dos conquistados, conforme a regra. É tudo uma questão de ‘ponto de vista’ . Deveríamos, com o tempo, aprender a fazermos, nós mesmos, esta separação do que realmente ocorreu com o que nos contam os conquistadores. Porém esta mesma crítica é dificultada porque, na esmagadora maioria das vezes, o conquistado não pode ou não consegue emitir seu ponto de vista. A História passa a ser, então, aquela que o conquistador emitiu. Não obrigatoriamente a verdadeira História. E não raro temos a alteração da História oficial da História de forma a enaltecer um determinado indivíduo ou grupo pelos mais diversos motivos. Mesmo academicamente hoje se sabe que muitos fatos não ocorreram conforme consta nos livros. Citando um exemplo brasileiro : o Tratado de Tordesilhas , que dividia as terras a serem descobertas entre Portugal e Espanha . Os primeiros acordos (bulas) previam que as Terras para a Espanha fossem contadas a partir de 100 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde e Açores. Portugal , na época, era uma potência militar naval. E, utilizando seu poder, o rei de Portugal obrigou que o Tratado fixasse o limite de 100 para 370 léguas sob pena de uma guerra se necessário ( tratado assinado a 7 de Junho de 1494 ).O limite de 100 léguas havia sido determinado pela Bula Intercoetera ( 3-4 de Maio de 1493 ) do papa Alexandre VI. Ora, se havia realmente dúvidas sobre a possibilidade de que haveria terras naquela parte do mundo porque uma nação ameaçaria uma guerra por algo que poderia nem mesmo existir ? Pensar o contrário faz muito mais sentido : sabendo que havia terras e tendo mesmo idéia de sua extensão a ameaça e obstinação de Portugal fazem sentidas. Existe também a polêmica da designação de Pedro Álvares Cabral para as terras ‘a descobrir’ . Ele não era um explorador, era um militar de carreira com experiência em fixação de territórios, situação típica para conquista de novas terras. E, similarmente, temos ainda muitos e muitos exemplos na História do Brasil. O próprio nome BRASIL tem fundamentos muito além da madeira que é dita ter dado o nome ao país ( o pau-brasil ) . Brasilis era um termo conhecido há tempos por diversos povos da Europa, mesmo dos Vikings. Uma terra além do mar conhecido, mencionada há séculos antes da chegada dos portugueses a esta parte do mundo. Ah, sim, os Vikings ... Eles chegaram bem antes de Cristóvão Colombo ao Novo Mundo. Há décadas atrás foram encontrado um assentamento Viking na América do Norte. Os relatos da Vinland nórdica alcançaram nossos dias , historicamente falando. Leif Ericsson, filho de Erik, o vermelho. Leif Ericsson fez sua primeira viagem para a América do Norte por volta do ano 1000 . Ou seja, 492 anos antes de Colombo. E isto também é História, não um conto ou fábula. Em Labrador, no Canadá, se encontram diversos sites recuperados desta visita. Bem, mas vamos nos aprofundar um pouco ... Segure-se em sua cadeira, feche os olhos (abrindo apenas para ler este artigo) e deixe-se viajar. É seguro e estará bem acompanhado(a). Deixe sua mente fluir, livre. Leia, entenda os fatos. A partir daí, se quiser, pode iniciar sua própria pesquisa. Não imagina como isto pode trazer uma inesperada compreensão de tudo...

Existe um mapa de um almirante turco, Piri Reis. Este é um mapa controverso, polêmico. Mas existe, é factual. Piri Reis foi almirante da frota turca no final do século XV e início do século XVI ( 1470-1554 ). O mapa em questão é datado de 1513. Neste mapa – que você pode contemplar nesta página – podemos ver as Américas e, descendo, terras que vão até ... a Antártida . Claro que, em 1513, não havia chegado nenhum marinheiro à Antártida para confeccionar este mapa. Alguns detalhes, entretanto, são dignos de nota : Se você mesmo(a) pegar um mapa da Antártida e conferir vai notar uma grande riqueza nos detalhes do frio continente. Isto descarta um ‘palpite de sorte’. Mas o ponto, talvez, mais interessante, vem agora : somente foi descoberto que havia terra embaixo do gelo da Antártida no Século XX ! Graças aos aparelhos sismológicos os cientistas puderam verificar que havia terra embaixo do gelo. Até então se acreditava que havia somente ... gelo. Lendo os diários do almirante turco ele comenta que seus mapas, na verdade, haviam sido confeccionados baseados em mapas mais antigos (!) . A história da confecção dos mapas é um capítulo em si que você pode pesquisar por si mesmo(a) caso queira aprender mais. Esta é apenas a ‘isca’ . O resto do peixe você mesmo(a) pode pescar.

Um outro ponto que aos poucos está se tornando polêmico está relacionado com o próprio avanço da ciência. Há poucos anos os cientistas fizeram uma pesquisa relacionando ao DNA Mitocondrial. Em linhas gerais : através do DNA Mitocondrial podemos ir mapeando as gerações, de volta no tempo, até encontrar os primeiros DNAs que continham a bagagem genética atualmente compartilhada pela humanidade. Reza a tradição histórica que nosso desenvolvimento como raça pensante e dominante segue um esquema de milhões de anos evolutivos. Similarmente, efetuando um rastreio do DNA Mitocondrial iria se chegar a esta mesma conclusão. Esta pesquisa surgiu de certa forma como uma ‘aposta’ de evolucionistas x religiosos. O que se descobriu, preliminarmente, foi de que toda a raça humana não descendia de vários ramos , mas de um único . Isto , por si só, foi polêmico. Significaria dizer que todos tínhamos vindo de um mesmo ancestral, um mesmo lugar. E todos sabemos que a humanidade se desenvolveu em diversos lugares . Teríamos, por esta suposição, uma Eva primordial que teria dado a partida para nossa raça de forma global. O tiro havia ‘saído pela culatra’, como dizem. Revisaram seus estudos e não acharam erro. E encontraram mais dados alarmantes : a origem deste DNA Mitocondrial estaria em aproximadamente 250 mil anos, somente ! Impossível. E , desta forma, novos estudos continuaram. E, realmente, notaram que havia mais variáveis. E variáveis, bem ... variam o resultado. Nestes novos estudos notaram que as mutações no DNA não aconteciam com pensavam; acontecia cerca de 20 vezes mais rápido do que pensavam. Os novos estudos estimavam nossa Eva Primordial em aproximadamente 65 mil anos ! Nova revisão, sem erros encontrados. Os estudos prosseguem, bem como a polêmica. Se fôssemos aceitar estes dados que a própria ciência nos conta a própria história teria que ser reescrita. Portanto, deve estar errada (!) . Afinal tudo que aprendemos , a própria base não pode estar errada. Afinal, está nos livros .

Todos nós temos os dinossauros em nosso imaginário coletivo. A imagem dos grandes lagartos povoa nossa vida desde a mais singela infância. Animais terríveis que viveram há , no máximo, 65 milhões atrás , quando um enorme asteróide teria atingido provavelmente a planície de Yucatán, no México. O impacto, além da energia liberada em si, teria ativado vulcões em nível planetário e teriam sido a última pedra na lápide dos grandes Sáurios. Ou não ? Ainda no século XX, por exemplo, pescadores próximos à ilha de Madagascar pescaram peixes muito estranhos. Almas esclarecidas procuraram conservar o peixe e levar aos cientistas. Haviam sido descobertos os Celacantos, peixes que se acreditavam terem sido extintos no mesmo tempo dos dinossauros, 65 milhões atrás. Pesquisas posteriores revelaram toda uma pequena população destes fósseis vivos. Novamente, um fato. Atualmente temos as lendas do lago Ness, na Escócia. ‘Nessie’ para os íntimos. E temos lendas similares em várias partes do mundo, inclusive nos Estados Unidos. Antigamente pensávamos que lulas com 40 metros de comprimento pertenciam somente à imaginação do grande Júlio Verne. Atualmente a ciência sabe que tais criaturas existem em grandes profundidades. Outro fato. Animais tão grandes que lutam com baleias. Todos estes fatos, há poucas décadas atrás, era tida como ficção, um absurdo. Hoje são fatos, existem, podem ser vistos. Não sei se sabe mas a existência dos Gorilas, antes do meio do Século XX, era veemente contestada pelos cientistas da época. Estava no mesmo nível do ‘Sasquatch’ ou ‘Pé-Grande’ atuais. Hoje , para nós, sua existência é perfeitamente normal. Este é um mundo grande, sobretudo se formos levar em consideração o mar. E ainda, neste quesito, temos mais. A civilização Inca é conhecida por todos. O que poucos sabem é que esta civilização criou potes, vasos, ornamentos com figuras estranhíssimas. Parte destes ornamentos mostra verdadeiras operações cirúrgicas do coração que seriam reconhecíveis pelos profissionais atuais como normais. E, em outros potes, homens e dinossauros se encontram lado a lado (!) . Notem algo muito interessante : atualmente temos idéia de como eram os grandes lagartos porque temos base, os estudiosos recriaram como eram estes grandes sáurios. Antes disso tínhamos apenas ossos incrustados em pedras. E o povo inca descreveu tais animais da mesma maneira que nós os vemos hoje (!). Infelizmente tais imagens são difíceis de obter de forma a permitir que você, que está lendo este artigo, veja com clareza. Mas há livros e livros sobre o assunto. Ainda sobre um assunto correlato foi descoberto um sítio arqueológico onde pegadas de dinossauro e homem se encontram no mesmo nível, na mesma idade. As avaliações mostram que a datação de ambas é igual, ambas foram feitas no mesmo momento. Como, novamente, afeta o que atualmente se tem como verdade, alguns dizem tratar-se simplesmente de um erro de datação ou então uma pata de dinossauro se deformou, formando a pegada humana. Humana, com calcanhar, um dedão e mais quatro dedos. . .

E ainda falando de História ... A concepção moderna considera como primeira civilização aceita a Suméria. Ela nos forneceu diversos legados em astronomia, matemática, religião, leis. O mais interessante é que, sendo a primeira, como teria já adquirido tais conhecimentos ? Levemos em conta que uma civilização antiga – qualquer que seja – tem como principal preocupação a alimentação, água, defesa. O resto vem com o tempo, mesmo que seja para ajudar no que mais precisam. Os Sumérios, entretanto, parecem já ter criado sua civilização com seus conhecimentos, muito avançados para a época. Uma civilização que se fixou, concentrou e já detendo conhecimentos incríveis. As tabuletas sumérias que chegaram ao nosso tempo possuem elementos muito controversos. Sua religião era riquíssima. Eles afirmavam – inclusive constando em suas tabuletas – que nosso sistema Solar (!) possuía 10 planetas(!) , além de um outro, especial. O simples fato de se referenciarem a um sistema solar é algo incrível. Lembre-se que acreditávamos, na Idade Média, que a Terra era plana e que as luzes no céu era um tipo de cobertor com furos. Estamos falando de mais de 6 mil anos atrás, de acordo com o conhecimento acadêmico atual. Veja a foto abaixo e veja por si mesmo. Eles até mesmo conheciam a Precessão dos Equinócios, fato que somente aprendemos no século XX !

Outro povo que temos que levar em consideração são os egípcios. Das antigas maravilhas do mundo somente as pirâmides restam. Aceita-se que as pirâmides foram construídas há aproximadamente 4500 anos atrás, juntamente com a famosa Esfinge. Estudos atuais sobre a Esfinge, porém, contestam isto. O problema é o desgaste da Esfinge, muito maior do que as pirâmides. E a erosão é outro fato à parte. A Esfinge está em um deserto. O vento , obviamente, causa erosão. Erosão horizontal ( por onde correm os ventos). Ela, entretanto, possui erosão vertical que , segundo os geólogos, somente pode ter sido causada por um grande fluxo de água . O último momento em que houve água suficiente para tanto foi no final da Era Glacial, há aproximadamente 12 mil anos atrás. Um paradoxo, sem dúvidas. Hoje estudiosos argumentam que tanto as pirâmides quanto a Esfinge são muito mais velhas do que aceitamos. Existem relatos do Antigo Império que falam que a Esfinge foi descoberta das areias do deserto, diversas vezes. Ou seja, ela já estava lá, enterrada sob as areias. E foi algumas vezes liberada de sua cova de areia. E lembremos que não há nenhum registro dos egípcios mencionando como ou quando foram construídas as pirâmides. Algo muito estranho para um povo que registrava tudo que fazia. Em Abydos há uma inscrição relacionando os faraós e sua dinastia. A lista é muito maior do que a que a História registrada aceita. Os reis mencionados em reinados muito mais antigos do que a da Primeira Dinastia foram apenas tido como fantasias, como lendas e, desta forma, não são aceitos. A História egípcia, entretanto, os registro como reais. E este registro volta muitos milênios antes do que aceitamos hoje. O vidente Edgar Cayce foi uma vez questionado sobre a Esfinge. Ele disse ser ela realmente muito mais velha do que a humanidade atual e que, entre suas patas, seria encontrada uma Sala de Registros. Há alguns anos atrás registros sísmicos realmente registraram entre as patas da Esfinge, muitos metros abaixo, uma caverna razoável. Julgou-se por bem não efetuar nenhuma escavação para ‘não afetar a já instável constituição da Esfinge’ . Isto é um fato, também. Os egípcios também parecem ter surgido do nada com um conjunto de conhecimentos que nos surpreende muito. O correlacionamento das pirâmides da Planície de Gizé com o Cinturão de Órion é uma delas. Retrocedendo a até 10500 ªC a construção das pirâmides é exatamente a configuração de Órion. E a própria Esfinge, corpo de leão e cabeça aparentemente humana. O interessante é que ela fita constantemente o leste. E houve uma época em que a Esfinge fitava diretamente a constelação de Leão. Estranhamente isto foi em aproximadamente ... 10500 ªC . O final da Era Glacial parece ser um ponto em comum com diversas civilizações, sobretudo as mais antigas. E os anos, em diversas dela, aponta quase sempre para o período compreendido entre 11000 ªC e 10500 ªC . Justamente neste período houve o aumento dos volumes dos mares em aproximadamente ‘130 metros. Certamente teríamos muito mais ‘surpresas’ se , nos locais mais antigos, pudéssemos estudar arqueologias de há 12000 anos atrás em profundidades superiores a 100 metros. Hoje, graças à tecnologia, podemos ser capazes disto. Alguns pesquisadores até mesmo já começaram. Mas é novo ramo da Arqueologia, que ainda levará tempo para se firmar. As construções no Camboja de Angkorwat também têm sua cronologia com referência aos deuses voltando até um período aproximado de 12 mil anos atrás. É um conjunto de ‘coincidências’ grande demais. Mas, não tendo o corpo, não houve o assassinato, se me entendem.

A religião Hindu também tem dado riquíssimos detalhes de um passado não ortodoxo. Sua obra Mahabarata trata de uma guerra onde máquinas voadoras chamadas Virmanas combatem nos céus. As próprias figuras de então nos deixam atônitos com seus paralelos de hoje em dia. Veja o exemplo e tire suas próprias conclusões. Nesta luta as naves lançam poderosos raios que explodem . O resultado desta explosão é que tudo queima. Mesmo lavando com água o calor continua a queimar. A pele se desprende e os cabelos caem mesmo quando distantes do lugar. Qualquer menção a uma explosão nuclear pode não ser mero acaso. Leia o Mahabarata e comprove.

Junto com este texto , abaixo, você pode observar diversos quadros antigos. Observe os detalhes que chamam a atenção. Se os registros históricos e artísticos deixados significa algo podemos ter fortes evidências de que somos ‘visitados’ desde tempos antigos por seres que não se encaixam no nosso conceito de ‘humanos’. Recuando temos achados similares que retornam até o tempo das cavernas.

Século XIV

Século XIV

Tapeçaria do Século XVI

Também no Século XX foram encontrados diversos artigos que questionam o pensamento corrente : um objeto criado com engrenagens que nos é familiar a partir do Século XX. Mas que está datado do século XVI . Ou uma bateria eletroquímica com milhares de anos. Que tal o esquema de uma lâmpada em hieróglifos ? Ou mesmo a espiral de DNA em textos sumérios e egípcios ? Na figura do texto do Mahabarata temos esquemas de Virmanas. Olhe e note se não temos a nítida impressão de algo como um helicóptero.

Preste bastante atenção a esta tableta descrevendo as Virmanas

 

Estes foram apenas alguns exemplos do que temos de estranho e que foge do que é academicamente aceito. Talvez algumas teorias sejam somente isto : teorias , sem nenhum fundamento ou encaixe real. Ou talvez sejam partes de um quebra-cabeça muito maior. Livros e mais livros, textos e mais textos podem guiar você em um mar de conhecimentos e teorias. Compete a você a escolha e o aprofundamento. Para ser um historiador não é necessária, obrigatoriamente, educação acadêmica. Basta que realmente conheça algo, que realmente se dedique a um estudo aprofundado, que consiga separar o joio do trigo e, principalmente, que tenha a mente aberta . Junto com ela todo um Universo se abrirá.

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