PROVÁVEL HISTÓRIA HUMANA
Uma nova Visão da história da humanidade.
O que haveria de semelhante entre os índios Hopi norte-americanos, Atlântida, Óvnis, os Maias, a era glacial e o nosso futuro ? Em uma primeira observação absolutamente nada. Porém mesclando as diversas tradições antigas, os conhecimentos astronômicos e geológicos atuais podemos ter um quadro , a montagem de um quebra-cabeças milenar e que pode vir a ser assustador.
Durante toda minha vida – desde minha adolescência ou mesmo antes – tenho um forte espírito curioso. Considero-me um historiador frustrado. A História tem sido minha paixão mais forte já há muitos anos. O aspecto curioso sempre me levou a ler todas as histórias e possibilidades, ao menos para conhecê-las. Embora o próprio bom-senso descarte um grande número destas histórias e teorias há algumas que permanecem no subconsciente, que se agregam no íntimo de sua mente e para lá permanecem. E quanto mais se estuda, mais se lê, pode-se ter uma visão um tanto mais abrangente. Desta maneira meu pensamento daqui há três anos não será, muito provavelmente, o que tenho hoje. Mas, seja como for, será um conjunto de informações maior do que tenho atualmente. E as conexões subliminares irão se reestruturar, criando novos conceitos, reformando antigos, abrindo espaço a novas teorias. Assim sendo, ao longo da minha vida, tomei ciência de muita coisa. Deste total eu diria que 99,5% foi descartado. Apenas 0,5% deve ter permanecido de forma interconectada , de acordo com meus próprios interesses. Hoje em dia, mais do que nunca, a quantidade de informações a que temos acesso é enorme e cresce a passos ainda maiores. Livros, revistas, jornais, televisão, canais a cabo específicos em temas, Internet. Nosso cérebro acaba descartando tudo que julga não imprescindível. Claro que este julgamento varia de pessoa a pessoa. Quem adora futebol irá escolher, provavelmente, mais assuntos referentes a este assunto. No meu caso assuntos como História (sobretudo a antiga), óvnis, mitos, novas teorias, ciência e astronomia parecem ter uma afinidade maior. Explico tudo isto porque acredito ser necessário entender parte de meu mecanismo de busca e interconexões para , em alguma medida, você possa levar em conta o que vou descrever abaixo. Reitero que o quadro pode não ser o melhor que se possa esperar.
Vamos começar com os últimos conhecimentos adquiridos pela ciência. Hoje mais do que nunca se fala em aquecimento global e como isto poderia nos prejudicar. Aliás, já está nos prejudicando. Nunca na atual história humana registrada houve tantos furacões, tufões. E nunca tão fortes. Um fato é que a força deste fenômeno tem aumentado ano após ano. Outro fato é que, na verdade, não conhecemos o tempo e os fenômenos relacionados tanto quanto gostamos de pensar. Chuvas torrenciais em alguns lugares têm sido fato comum e com um alarmante aumento em seu volume. Outros locais sofrem mais do que nunca com a falta da chuva. Como a temperatura média da Terra tem aumentado isto acaba afetando o comportamento climático a nível global. Com o aumento da temperatura os ventos se tornam mais fortes (as áreas de pressão têm função mais ativa). E com o aumento do vento todos os fenômenos ligados também aumentam em velocidade e capacidade acumulativas. O próprio bom-senso nos alerta, uma vez que temos este conhecimento. Então, quanto maior a temperatura média, maior a escalada dos eventos climáticos. Se você viu o filme “O dia de amanhã”, não o menospreze. Embora obviamente escalado com efeitos visuais para o mercado a maioria dos conceitos aplicados têm base em conhecimentos realmente existentes. Um dos pontos principais tem que ser lembrado. O aumento das temperaturas no mundo está efetuando um acentuado degelo . O degelo ocorre com água doce, congelada. Então, desta forma, uma enorme quantidade de água doce está entrando nos mares do mundo. E isto é um problema. Existe uma corrente marinha que percorre grande parte do mundo. É como uma bomba que puxa água quente do pacífico para o atlântico e sobe em direção à América do Norte. Ela é conhecida como corrente Termoalina. Esta água chega quente nas Américas e sobe para o norte. Com isto ela vai se resfriando. A partir de um determinado ponto ela se torna gelada. Desta forma ela – composta de sal – afunda e segue para o sul, iniciando um ciclo que segue de volta para o pacífico. E aí retorna para a América, subindo novamente para o norte. Isto acaba acarretando que esta corrente leva calor para os países do hemisfério norte. E lugares que seriam gelados acabam tendo tempo bom e temperado. É aqui que entra em cena as águas das geleiras. Elas são doce, não contém sal. Um enorme volume de água doce acaba diluindo a água salgada. Então a corrente sobe para o norte, nas Américas. E começa a esfriar. Mas contém, agora, menos sal. Então a água não desce para camadas mais profundas do mar (lembrem, ela faz isto basicamente pela maior concentração do sal) . E, não descendo, o ciclo interrompe. Com esta interrupção toda a corrente paralisa, até parar. Sem esta corrente não há o calor mais sendo enviado para o norte. Com isto não há nada mais que impeça que o gelo polar avance para o sul. O resultado é o avanço de geleiras e frentes frias cada vez mais fortes e constantes. O hemisfério norte avança em meio ao gelo, implacavelmente. Um ponto que não tem sido tocado é o de que, neste cenário, não haveria também água fria descendo para os trópicos. Quanto a isto não tenho visto estudos. O bom-senso supõe que, não tendo a entrada desta água fria, a temperatura dos trópicos tende a aumentar. O que também pode não ser algo bom. Os picos, os valores de escalada destas temperaturas é especulação. Os modelos que existem não têm ainda a capacidade e variáveis suficientes para prever a que níveis as variações ocorreriam. Abaixo segue o compêndio da Wikipedia sobre o fenômeno :

“A corrente do Golfo (inglês: Gulf Stream), é
uma corrente marítima potente, rápida e quente do oceano Atlântico
que tem origem no Golfo do México, escapa pelo estreito da Flórida
e segue a costa leste dos Estados Unidos da América e [[A sua extensão
até à Europa torna os países do oeste deste continente
mais quentes do que eles seriam sem essa corrente. No entanto, contrariamente
ao que muita gente pensa, não parece ser a sua presença que
provoca um grande diferencial de temperatura no inverno (de 15 a 20ºC)
entre a América e a Europa, mas sim a diferença de direcção
de transporte de calor pela atmosfera
Mecanismo
Na sua origem, a corrente do Golfo é gerada sobretudo pela força
dos ventos; mas a sua extensão no Atântico Norte é fundamentalmente
mantida pela circulação termoalina. Essa circulação
oceânica é tão profunda que não é influenciada
pela atmosfera. Na realidade, ela dá a volta na Terra lentamente, pois
necessita 500 anos para retornar ao seu ponto de partida. Para simplificar,
vamos nos restringir ao oceano Atlântico. Ela é composta de dois
tipos de correntes oceânicas: aquelas que são bastante profundas,
e aquelas que são menos profundas, ditas "de superfície".
A extensão da corrente do Golfo no Atântico Norte é uma
dessas correntes oceânicas. O motor da circulação termoalina
é a diferença de densidade devida à salinidade e à
temperatura das águas. As águas do pólos são mais
frias e menos salgadas, e as águas do equador mais quentes e mais salgadas.
No Atlântico norte, a corrente do Golfo, que vai do equador em direção
ao Pólo Norte, transporta o calor para toda a Europa ocidental. Chegando
no Mar da Noruega, a água da corrente do Golfo, mais quente e mais
salgada, encontra as águas frias e menos salgadas vindas do pólo;
sendo mais densa devido à sua maior salinidade, ela desce em direção
às profundezas do oceano.
É então uma corrente bem profunda que se forma. Ela se dirige
ao equador, costeando a América do Norte. Chegando ao equador, as águas
frias, menos salgadas e menos densas, sobem à superfície, onde
se aquecem e completam o circuito da corrente do Golfo.
A corrente do Golfo é uma das mais fortes correntes marinhas conhecidas,
transportando 1,4 Petawatts de potência. Movimenta-se com o fluxo impressionante
de 30 milhões de metros cúbicos por segundo (m³/s). Após
passar pelo Cabo Hatteras, esse fluxo aumenta para 80 milhões m³/s.
O volume da corrente do Golfo ultrapassa facilmente o de todos os rios que
deságuam no Atlântico combinados, o que significa um total de
0,6 milhões de m³/s.
Efeitos
O efeito da corrente do Golfo é suficiente para fazer com que certas
regiões do oeste da Grã-Bretanha e Irlanda tenham uma temperatura
média de vários graus Celsius mais elevada do que outras regiões
daqueles países. Assim, na Cornualha, e particularmente nas ilhas de
Scilly, seus efeitos são tais que plantas associadas a climas muito
mais quentes, como palmeiras, são capazes de sobreviver aos rigores
do inverno setentrional. O jardim botânico de Logan, na Escócia,
se beneficia enormemente da corrente do Golfo, permitindo aos seus espécimens
de Gunnera Manicata crescer a mais de 3 metros de altura.
Estopim de novas Glaciações
Uma das possíbilidades aventadas em uma teoria sobre o início
de glaciações envolve a Corrente do Golfo: uma mínima
elevação do nível dos oceanos (1 milímetro ou
pouco mais do que isto), embora possa parecer pouco, considerando-se a área,
implica um enorme volume de água. Com a elevação do nível,
o volume da troca de água entre o oceano Ártico e o Atlântico
norte através do estreito de Spitzbergen aumentaria consideravelmente.
Com a maior quantidade de água quente indo para o Ártico (através
da Corrente do Golfo) e uma maior quantidade de água fria vindo para
o Atlântico norte, o resultado seria, a curto prazo, o derretimento
de mais gelo do Ártico (o que realmente está ocorrendo) e o
resfriamento da costa nordeste da América do Norte, afetando o clima
até a Flórida, onde passariam a ocorrer resfriamentos extremos
no inverno. Como consequência do efeito cascata desencadeado, poder-se-ia
iniciar uma nova glaciação.
Possibilidade do desaparecimento da corrente do Golfo
O efeito estufa faz com que as geleiras do Ártico derretam, mas também
faz aumentar a pluviometria do Atlântico norte. Esses dois fenômenos
reunidos constituem um fator no aumento da água doce nessa região.
Se esse fenômeno for muito grande, como foi o caso no início
da última era glacial (aproximadamente 11 000 anos atrás: as
geleiras derretem na América do Norte, liberando água doce que
resfria as correntes marinhas e produzem um resfriamento geral do clima terrestre),
então a corrente do Golfo poderia "parar". Na verdade, uma
grande quantidade de água doce aumentaria a diferença de salinidade
da água entre o equador e o Mar da Noruega. O local de mergulho das
águas quentes e salgadas localizar-se-ia na altura dos Açores,
e a corrente do Golfo contrair-se-ia sobre si mesma, não indo além
dos Açores.
Essa mudança climática seria bastante rápida: em menos
de 10 anos, a temperatura de toda a Europa ocidental (de Portugal à
Finlândia) baixaria de 5°C. Quando se sabe que as temperaturas médias
baixam de 1 grau C a cada 500 km de latitude, encontrar-se-ia o clima de Oslo
em Madrid. Mas essa baixa de temperatura seria mais marcante no inverno do
que no verão, pois a corrente marinha de jet traria diretamente sobre
a Europa o clima do Canadá. Bordeaux, que está à mesma
latitude que Montréal, poderia ter regularmente temperaturas de -25°C
no meio do inverno. Essa mudança climática seria tão
rápida que é chamada « surpresa climática ».
Isso significaria a chegada brutal de uma glaciação na Europa
ocidental, com uma extensão das geleiras. Mas, na realidade, não
seria uma glaciação, pois em todo o resto do planeta o efeito
estufa continuaria a aumentar as temperaturas, derreter as geleiras e fazer
o nível dos oceanos aumentar. O que aconteceria na Europa ocidental
seria assim bastante localizado: as geleiras se estenderiam, enquanto que
no resto da Terra elas derreteriam! Por isso o nível dos oceanos continuaria
a subir, apesar desse frio localizado. Durante uma glaciação
verdadeira, ele seria 100 metros mais baixo. No entanto, essa teoria deve
ser verificada, por isso o emprego do condicional.”
Devemos também entender que alguns cientistas afirmam que os efeitos
não seriam tão lineares como se acredita. Alguns crêem
que o efeito seria do tipo logarítmico. Ou seja, a partir de um ponto
aumentaria muitas vezes mais, de forma não constante.
Um outro fato que a ciência atual descobriu é que a história atual humana tem estado em um período de exceções, não uma regra. Explico: o tempo conhecido das civilizações humanas (Egito, Suméria em diante, via de regra) até os dias de hoje tem sido agraciado com uma situação na verdade incomum: a relativa constância das condições climáticas. Os cientistas descobriram que a regra é o contrário: condições climáticas severas e com bruscas mudanças são a regra. Então, na verdade, estamos vivenciando um período anormal de constância climática. Um período que pode estar perto do fim.
Isto tudo nos leva há 15 mil anos atrás, final da última era glacial. As descobertas mais recentes de cientistas, paleontólogos, climatologistas parecem cada vez mais apontar que o final da última era glacial foi algo no mínimo catastrófico. E isto nos leva a mitos da história humana. Pode nos levar a uma personagem bastante conhecida: Noé.

Uma das lendas mais intrigantes da humanidade é a do Dilúvio. O mais interessante é que ela consta no núcleo das civilizações antigas do Oriente Médio, África, Ásia, Américas. Há quem diga que o conto do dilúvio teria chegado até os hebreus por contato quando de seu cativeiro. Afinal na Babilônia existia o conto do herói Gilgamesh que sobrevivera ao dilúvio. Mas há outros exemplos. Os povos nórdicos falam sobre a lendária árvore Yggdrasil. Dentro dela teriam sobrevivido os seres humanos que renovaram a raça humana quando ocorreu o dilúvio. Mas talvez o exemplo mais contrastante é o dos povos da América. O Popol Vuh maia narra a destruição da humanidade por um dilúvio universal. E este documento vem de textos ainda mais antigos de outras culturas mais antigas. Teoricamente não houve contatos entre as culturas em tempos remotos. Sabemos que a América havia sido descoberta por volta do ano 1000 pelos Vikings. Mas a lenda na América é no mínimo mil anos mais antiga do que a data de chegada dos Vikings, oficialmente falando. O mito bíblico fala sobre Noé. Mas em diversas culturas temos os mais diversos heróis sendo colocados nesta situação. O que parece certo, entretanto, é que houve um grande cataclismo que afetou a humanidade antiga. Tão grande que deixou sua marca nas mais diversas culturas, em todos os tempos. Naturalmente que as mais diversas teorias científicas e para-científicas têm sido apresentadas. Não é motivo deste artigo entrar em detalhes maiores. Mas temos, neste contexto, diversas lendas sobre o dilúvio. Em alguns casos existe um barco que salva alguns seres humanos. Em outras lendas eles entram dentro de uma árvore especial que as abriga. Em outras temos seres humanos subindo em altas montanhas e, desta forma, também sendo salvas. Algo ocorreu, há muito tempo. Algo que afetou enormemente a raça humana, talvez a ponto de quase dizimá-la. E, ponto comum, sempre algum herói é auxiliado por uma divindade que, seja qual for o motivo, se compadece. Hoje a maioria dos cientistas concorda que o final da última Era Glacial foi palco de grandes mudanças. O que se discute é a profundidade destas mudanças.
Um outro ponto comum na maioria das religiões humanas é a observação de situações incomuns, muitas delas referindo-se a atos ou participações de deuses antigos. Durante toda a História Humana têm sido relatados estranhos sinais nos céus. Em alguns casos os deuses descem à Terra. Na maioria das religiões as mais nobres noções sobre os mais diversos assuntos são dadas por estes deuses. É assim com as Tábuas das Leis dadas a Moisés. É assim em praticamente todas as lendas antigas dos povos americanos. É assim em diversas religiões da Ásia e da Europa. O mesmo na África. Na própria viagem de Colombo, antes de ‘descobrir’ a América, é relatada a observação de estranhas luzes que saíam do mar e subiam ao céu, mais de uma vez. Os antigos escritos egípcios por vezes falam de luzes como sóis que eram observadas mesmo durante o dia. As lendas hindus são outro ponto importante. O Mahabharata tem toda uma epopéia de seus deuses que possuíam navios que voavam e que tinham armas impressionantes. Neste épico não há como não relacionar uma das guerras dos deuses a uma guerra utilizando artefatos nucleares. A quem duvida basta a leitura . Assim no passado, como hoje, estranhos fenômenos são visto nos céus e mesmo nas águas. A conotação dada de então é que diferencia do que falamos hoje. As lendas antigas de criaturas fenomenais como Íncubus e Sucubus, se vistas fora da conotação de fábulas, possui uma impressionante similaridade com as lendas dos ETs Cinzas de hoje em dia. Até mesmo registros mais recentes (século XVIII) da Inglaterra falam de estranhas luzes que se moviam, ofuscando o brilho do Sol.

Hoje sabemos que a geografia mundial na Era Glacial era bem diversa da que conhecemos atualmente. A região do Egito não é o deserto que hoje conhecemos. Alguns cientistas dizem que seria semelhante a uma savana. Outros que mesmo pequenas florestas poderiam existir. O nível dos mares era bem menor. Desta maneira as linhas costeiras se localizavam onde hoje existe o mar. Hoje cientistas estão cientes disto. Diversas expedições têm achado linhas de antigos rios não mais existentes, restos de civilizações em profundidades diversas, mas que provam que, em alguma época, houve a presença humana. Talvez fundamentais provas estejam ainda sob as águas, esperando para serem descobertas.
Os povos das Américas falam que hoje estamos no final do Quarto Sol. As lendas maias falam que este ciclo será fechado no domingo, dia 23 de Dezembro de 2012. Na verdade sabemos que os Maias eram obcecados por datas. O que a maioria não sabe é que este calendário Maia foi contribuição de uma civilização ainda mais antiga. Os Maias teriam recebido este calendário dos Olmecas. E mesmo o povo Olmeca teria recebido de civilizações mais antigas (o povo Olmeca é mais conhecido por ter deixado as famosas cabeças de pedra). E até onde esta cadeia de tempo pode nos levar é algo desconhecido.
Há também diversos mistérios na América do Norte. Uma que chama mais a atenção é a lenda Hopi que diz que a humanidade já teve ciclos de vida sucessivos (criação e destruição). Ao final de cada uma delas uma pequena parcela da humanidade é resgatada por auxiliares de deuses vindos das estrelas. Estes auxiliares dos deuses levam estes escolhidos para o útero da Terra e os mantém abrigados até que os cataclismos desapareçam. Lembra em parte o conto de Yggdrasil. Mas talvez o mais interessante é o desenho destes auxiliares dos deuses. São incrivelmente assemelhados ao que hoje popularmente conhecemos como ETs cinzas!

Mas e Atlântida, o mítico povo que teria desaparecido em um dia e uma noite? Apenas um mito? Muitos já localizaram a Atlântida no Oceano Atlântico, no Mediterrâneo (hoje na região conhecida como Santorini) e mesmo na América do Sul. Alguns citam que os estranhos fenômenos do Triangulo das Bermudas estariam ligados à Atlântida. O vidente Edgar Cayce, em uma de suas muitas predições, disse que em 1968 parte da antiga Atlântida seria novamente descoberta. Exatamente no mesmo ano um vôo localizou o que parecia ser uma antiga estrada abaixo do mar justamente numa das pontas do Triangulo das Bermudas. A Ciência, porém, afirma que Atlântida não é nada mais do que uma lenda contada por Platão que procuraria, desta forma, efetuar um paralelo com seu próprio povo na época. Porém, se tudo ocorreu conforme a própria ciência começa a acreditar, que no final da última Era Glacial enormes mudanças ocorreram, poderia se afirmar que Atlântida foi apenas um mito ? Segundo as lendas de todos os povos antigos o período do dilúvio foi algo extremamente violento.
O que, no final, temos realmente ?
No Final da última Era Glacial enormes mudanças ocorreram. Mudanças tão grandes que, de uma forma ou outra, criaram mitos que permanecem até os dias de hoje. Muitas civilizações antigas falam de sublevações de terrenos, a escuridão do céu, enormes terremotos, além do próprio dilúvio. Elas contam que a raça humana foi quase destruída. Apenas alguns seres humanos foram salvos. Em alguns deles em um grande barco. Em outros dentro de árvores. Em outros ainda no útero da Terra. Este período traumático foi o tema das lendas, sendo passadas de geração a geração. Ao final da Era Glacial muitas coisas mudaram. O clima global mudou. O aumento de água nos mares fez com que muitas construções mais baixas sumissem. O norte da África passou a adquirir o clima que conhecemos hoje. Teria, neste período conturbado, uma avançada civilização sumido? Afinal a lenda diz que houve sobreviventes da Atlântida. E que estes sobreviventes chegaram em diversas partes do mundo. Coincidentemente as lendas falam de pirâmides atlantes. E temos pontos ainda controversos como a Esfinge e a Grande Pirâmide que alguns estudiosos afirmam serem muito mais antigas do que o mais antigo reinado humano egípcio, remontando aos períodos dos deuses. As lendas convergem em muitos pontos, divergindo em pontos que deixam seu núcleo intacto. Então fica uma possibilidade da História Humana.
No Final da Era Glacial o mapa global mudou. Diversas civilizações, em diversas partes, foram enormemente afetadas por este período. Ele representou a escuridão, a convulsão das terras, a escuridão, as chuvas torrenciais. Algumas pessoas salvaram-se indo para as mais altas montanhas. Outras foram abrigadas dentro da Terra ou em ‘Árvores Mágicas’ . Estes salvamentos sempre são associados a um tipo ou outro de aviso de deuses. A Atlântida, lar de uma avançada civilização, foi especialmente afetada. Parte de seu povo conseguiu ser salvo, indo parar em diversas partes do mundo. E levaram com eles conhecimentos avançados, noções de todas as ciências, conhecimentos adquiridos dos deuses ao longo de milênios. Acabaram deixando seu próprio legado em construções monumentais posteriores tais como pirâmides. Nestes conhecimentos, transmitidos muitas vezes como lendas e mitos, está a chave do passado e mesmo de nosso futuro. Naturalmente a passagem dos conhecimentos somente seria consistente se pudesse ser considerado realmente importante. E como a religião é um dos pontos mais importantes a seres humanos, seria um canal natural. Desta maneira o conhecimento não seria totalmente perdido. A partir de um momento em que os seres humanos adquirissem um determinado grau de conhecimento poderiam começar a entender a herança cultura que lhes havia sido legada. Talvez, neste momento, estejamos próximo a este grau necessário. Procuraram transmitir, através de meios perpétuos como ciência, astronomia e matemática, a mensagem de que houve um outro tempo avançado. Assim, deixaram pistas nas enormes construções legadas. Pistas que podem nos mostrar o passado, auxiliar nosso presente e, talvez, nos ajudar em nosso futuro. Houve a predição inclusive do final do ciclo e, desta maneira, o alerta de que um tempo de grandes mudanças viria novamente. Somando ao conhecimento que iríamos adquirir naturalmente teríamos a chave do entendimento, da sabedoria. Hoje vemos um crescente de problemas climáticos. Geleiras se desfazendo. Nível dos mares aumentando. Atividades sísmicas e vulcanológicas cada dia maiores. Parece haver um 'crescendo' na situação do planeta. Coincidentemente estamos caminhando para o último dia do calendário mapa - 23 de dezembro de 2012.
Pensando desta maneira, espero que possamos ter a chave necessária. Ela não depende apenas da tecnologia, das ciências. Depende de nós mesmos, da nossa capacidade de mudar e adaptar. Depende da nossa capacidade de aprender e evoluir. Espero que estejamos à altura. O custo desta ignorância pode ser extremamente alto.
Fernando Cavalier